<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	>

<channel>
	<title>- Flávio Citro -</title>
	<atom:link href="http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.flaviocitro.com.br/v1</link>
	<description></description>
	<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 18:35:49 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.7</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>TJ do Rio promove encontro com companhias aéreas para organizar mutirão</title>
		<link>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/02/03/tj-do-rio-promove-encontro-com-companhias-aereas-para-organizar-mutirao/</link>
		<comments>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/02/03/tj-do-rio-promove-encontro-com-companhias-aereas-para-organizar-mutirao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 18:35:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>

		<category><![CDATA[Juizados Especiais]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Cias Aéreas]]></category>

		<category><![CDATA[EMPRESAS AÉREAS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.flaviocitro.com.br/v1/?p=6659</guid>
		<description><![CDATA[O coordenador do Centro de Conciliação dos Juizados Especiais Cíveis, juiz Flávio Citro Vieira de Mello, se reuniu nesta quinta-feira, dia 2, com representantes de sete empresas de aviação que atuam no aeroporto Santos Dumont. Na pauta, a organização para o primeiro mutirão de conciliação do segmento, que acontecerá no próximo dia 10, com quatro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="subtitulo texto-cor" style="text-align: justify;"><a href="http://www.flaviocitro.com.br/v1/wp-content/uploads/2012/02/mutiraoaereas.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6660" title="mutiraoaereas" src="http://www.flaviocitro.com.br/v1/wp-content/uploads/2012/02/mutiraoaereas-300x224.jpg" alt="mutiraoaereas" width="300" height="224" /></a>O coordenador do Centro de Conciliação dos Juizados Especiais Cíveis, juiz Flávio Citro Vieira de Mello, se reuniu nesta quinta-feira, dia 2, com representantes de sete empresas de aviação que atuam no aeroporto Santos Dumont. Na pauta, a organização para o primeiro mutirão de conciliação do segmento, que acontecerá no próximo dia 10, com quatro das companhias: Avianca, Gol/Varig, Tam e Webjet.</div>
<div style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Segundo o magistrado, cerca de cem processos deverão chegar ao fim. A expectativa é bastante positiva: no mínimo 70% de acordos.  “A conciliação é uma ferramenta de gestão para reduzir um grande volume de processos. Mas é preciso estar aberto para o acordo. Caso não seja este o espírito das companhias aéreas, o mutirão se converterá em mutirão de sentenças”, disse o juiz.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o encontro, o magistrado conversou com os advogados das empresas sobre a filosofia da conciliação e enumerou as vantagens para ambos os lados. Os representantes também tiveram a oportunidade de tirar suas dúvidas sobre logística e infra-estrutura, verificar as listas de processos e fazer suas observações. No conjunto, mostraram-se abertos ao diálogo.</p>
<p style="text-align: justify;">“Temos grande interesse na conciliação, por representar uma economia para a companhia, já que temos real interesse em satisfazer e recuperar os clientes, desde que constatemos que houve falha em nossa prestação de serviço”, afirmou a advogada da Tam, Érica Marota.</p>
<p style="text-align: justify;">O mutirão acontecerá no Centro de Conciliação dos Juizados Especiais Cíveis, localizado na sala 103, corredor D, Lâmina I, do Fórum Central, na Avenida Erasmo Braga, 115, Centro do Rio.</p>
<p style="text-align: justify;">Notícia publicada em 03/02/2012</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://portaltj.tjrj.jus.br/web/guest/home/-/noticias/visualizar/56704">http://portaltj.tjrj.jus.br/web/guest/home/-/noticias/visualizar/56704</a></p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/02/03/tj-do-rio-promove-encontro-com-companhias-aereas-para-organizar-mutirao/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title></title>
		<link>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/02/03/6657/</link>
		<comments>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/02/03/6657/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 17:19:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Acidente de consumo]]></category>

		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>

		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[chocolate com vermes]]></category>

		<category><![CDATA[vermes em chocolate]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.flaviocitro.com.br/v1/?p=6657</guid>
		<description><![CDATA[Consumidora é indenizada após encontrar vermes em chocolate
A Kraft Foods Brasil, empresa fabricante de balas, biscoitos, bebidas e chocolates, foi condenada a pagar indenização, no valor de R$ 30 mil, por danos morais, a uma consumidora.

Renata Macedoda Silva adquiriu uma barra de chocolate “Shot”, da marca Lacta, numa loja de doces em Bonsucesso. Ao abrir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 class="titulo">Consumidora é indenizada após encontrar vermes em chocolate</h3>
<div class="subtitulo texto-cor" style="text-align: justify;">A Kraft Foods Brasil, empresa fabricante de balas, biscoitos, bebidas e chocolates, foi condenada a pagar indenização, no valor de R$ 30 mil, por danos morais, a uma consumidora.</div>
<div style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Renata Macedoda Silva adquiriu uma barra de chocolate “Shot”, da marca Lacta, numa loja de doces em Bonsucesso. Ao abrir o pacote para consumi-lo ao lado de seu filho, então com 2 anos de idade, encontrou larvas de inseto no seu interior.</p>
<p style="text-align: justify;">De posse do pacote contaminado, a autora procurou o estabelecimento onde adquiriu o doce. Para sua surpresa, o estabelecimento constatou que todo o lote recebido estava impróprio para o consumo. Assim, a fabricante se responsabilizou em realizar a retirada dos produtos para posterior análise, que confirmou a presença dos vermes.</p>
<p style="text-align: justify;">Em sua decisão, a desembargadora Katya Maria Monnerat, da 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, reiterou a responsabilidade das empresas com os produtos que vão para o mercado. “Preceitua o dever de segurança que consiste na obrigação de não lançar no mercado produto com defeito. Na hipótese, houve violação deste dever jurídico, comprovado pelos inúmeros documentos, notadamente o laudo técnico do próprio fabricante.”, destacou a magistrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Número do processo: 0173100-13.2008.8.19.0001</p>
<p style="text-align: justify;">Notícia publicada em 03/02/2012</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://portaltj.tjrj.jus.br/web/guest/home/-/noticias/visualizar/56302">http://portaltj.tjrj.jus.br/web/guest/home/-/noticias/visualizar/56302</a></p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/02/03/6657/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Casas noturnas podem por em risco segurança e direitos</title>
		<link>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/02/01/6639/</link>
		<comments>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/02/01/6639/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 01:05:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/02/01/6639/</guid>
		<description><![CDATA[Casas noturnas podem por em risco segurança e direitos 

 



1
inShare
Curtir a balada é bom, mas é preciso atenção para ter os direitos respeitados e não correr riscos com a segurança. A A PROTESTE Associação de Consumidores visitou 17 casas noturnas do Rio de Janeiro e São Paulo e constatou que vários problemas podem colocar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0066cc;">Casas noturnas podem por em risco segurança e direitos </span></span></p>
<div class="article-tools clearfix">
<div class="article-meta"><span class="createdate"> </span></div>
</div>
<div class="article-content">
<div style="clear: both; float: right;">
<p><span style="text-align: center; line-height: 1; vertical-align: baseline; display: inline-block;" class="IN-widget"><span style="margin: 0px !important; padding: 0px !important; text-indent: 0px !important; font-size: 1px !important; vertical-align: baseline !important; display: inline-block !important;"><span class="IN-top" id="li_ui_li_gen_1328144516922_1-container"><span class="IN-top" id="li_ui_li_gen_1328144516922_1"><span class="IN-top" id="li_ui_li_gen_1328144516922_1-inner"><span class="IN-top" id="li_ui_li_gen_1328144516922_1-content">1</span></span></span></span></span><br />
<span style="margin: 0px !important; padding: 0px !important; text-indent: 0px !important; font-size: 1px !important; vertical-align: baseline !important; display: inline-block !important;"><span id="li_ui_li_gen_1328144516915_0"><a href="javascript:void(0);" id="li_ui_li_gen_1328144516915_0-link"><span id="li_ui_li_gen_1328144516915_0-logo">in</span><span id="li_ui_li_gen_1328144516915_0-title"><span id="li_ui_li_gen_1328144516915_0-title-text">Share</span></span></a></span></span></span></div>
<p>Curtir a balada é bom, mas é preciso atenção para ter os direitos respeitados e não correr riscos com a segurança. A A PROTESTE Associação de Consumidores visitou 17 casas noturnas do Rio de Janeiro e São Paulo e constatou que vários problemas podem colocar a diversão em risco e afetar o bolso na hora de pagar a conta.</p>
<p>Entre as casas noturnas avaliadas 94% desrespeitam o direito à informação de manter um cardápio na entrada. Em São Paulo todas fazem a cobrança dos 10% de taxa de serviço, apesar de o frequentador ser obrigado a se deslocar até o balcão para pedir a bebida. E algumas cobram multa por comanda perdida, prática abusiva de acordo com o Código de Defesa do Consumidor.</p>
<p>A adoção de cartão magnético cadastrado na entrada é uma medida mais prática, e evita dores de cabeça, no caso de perda. Nessa situação, o consumidor tem apenas que avisar sobre o ocorrido no caixa, onde a conta é fechada e paga somente o que foi registrado de consumo.</p>
<p>As barras antipânico e sinais luminosos indicando as saídas de emergência estavam ausentes em vários estabelecimentos e pode ser um grande risco de segurança em caso de acidentes. A indicação de lotação máxima também não é afixada na entrada.</p>
<p>As visitas foram feitas em outubro e novembro últimos em 12 casas noturnas do Rio de Janeiro (00;021; Bar do Copa; Baronneti; Casa da Matriz; Praia; Mariuzinn,Melt ;Rio Scenarium; Pista 3;Nuth Barra e Zozô) e cinco de São Paulo (Boogie Disco; The History; Secrett Lounge; Taboo e D Edge).</p>
<p>Foram avaliadas as condições mínimas de segurança levando-se em conta a legislação de cada cidade e a nacional. Os pesquisadores se passaram por frequentadores e verificaram se os estabelecimentos respeitam as determinações do Corpo de Bombeiros de manter portas, passagens e corredores de circulação livres e desobstruídos. E consumiram bebidas e refrigerantes para avaliar se os direitos do consumidor estão sendo respeitados.</p>
<p>Vale lembrar que a cobrança de couvert artístico é permitida só com música ao vivo ou outra atividade artística no local. Música ambiente ou telões de jogos ficam de fora. A informação sobre este pagamento deve estar afixada em local visível.</p>
<p>Quanto a consumação mínima segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC), é proibido ao fornecedor impor limites de consumo aos clientes. A cobrança de consumação mínima é, assim, uma prática abusiva, pois consiste em venda casada. Os estabelecimentos podem, entretanto, cobrar pela entrada e pelo que foi consumido.</p>
<p>Se for cobrada a entrada, estão proibidas as cobranças de consumação mínima ou couvert artístico. Mas a pesquisa constatou que o alto valor fixado para a entrada induz a optar pela consumação mínima.</p>
<p>A cobrança de multa pela perda da comanda é prática abusiva. A responsabilidade pela cobrança é do fornecedor e não deve ser transferida ao consumidor, que não tem a obrigação de registrar e controlar o que consumiu. Portanto, se o consumidor perder a comanda e o local não oferecer meios para controlar a despesa, deve-se negociar um valor.</p>
<p>Caso sofra constrangimento, exposição ao ridículo ou ameaça, o cliente pode ir à Justiça e pedir indenização por danos morais, além de recebimento em dobro daquilo que foi cobrado indevidamente. E mais, deve registrar denúncia junto ao órgão de defesa do consumidor para a aplicação de eventual sanção administrativa, além de registrar Boletim de Ocorrência na Delegacia de Polícia.</p>
<p>Quanto a furtos, há decisões na Justiça reconhecendo a responsabilidade do estabelecimento comercial de indenizar, quando oferece um serviço de guarda de objetos. Caso haja recusa na responsabilidade do estabelecimento, o consumidor poderá pedir na Justiça a responsabilização do local pelo furto de seus objetos.</p>
<p><a href="http://consumidormoderno.uol.com.br/cdc-codigo-de-defesa-do-consumidor/casas-noturnas-podem-por-em-risco-seguranca-e-direitos">http://consumidormoderno.uol.com.br/cdc-codigo-de-defesa-do-consumidor/casas-noturnas-podem-por-em-risco-seguranca-e-direitos</a></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/02/01/6639/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Apertem as fivelas, a bagagem pode ser arrombada</title>
		<link>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/29/6635/</link>
		<comments>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/29/6635/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 19:55:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/29/6635/</guid>
		<description><![CDATA[
Número de furtos em malas cresce no Aeroporto Tom Jobim, mas passageiros evitam registrar queixa na polícia




Funcionários terceirizados, contratados pelas companhias aéreas, trabalham com as malas no porão do Aeroporto Internacional Guito Moreto 

RIO - Atenção, senhores passageiros: apertem as fivelas das malas, pois aparelhos eletrônicos, brinquedos e até pares de tênis estão sumindo da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: left; background-color: #ffffff; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;">
<h2 style="text-align: justify;">Número de furtos em malas cresce no Aeroporto Tom Jobim, mas passageiros evitam registrar queixa na polícia</h2>
<div id="metadata"><img src="http://oglobo.globo.com/in/3787345-051-68a/FT500A/seguranca.jpg" alt=" Funcionários terceirizados, contratados pelas companhias aéreas, trabalham com as malas no porão do Aeroporto Internacional Foto: Guito Moreto" width="500" height="375" /></div>
<div id="article-body">
<div class="multimedia photo">
<div class="figcaption">
<p>Funcionários terceirizados, contratados pelas companhias aéreas, trabalham com as malas no porão do Aeroporto Internacional <span>Guito Moreto </span></div>
</div>
<p>RIO - Atenção, senhores passageiros: apertem as fivelas das malas, pois aparelhos eletrônicos, brinquedos e até pares de tênis estão sumindo da bagagem. Na maioria das vezes, não adianta empacotá-las ou reforçá-las com cadeados. Essa prática, na verdade, tem servido até de chamariz para os ladrões, que agem do porão do avião até as esteiras eletrônicas dos aeroportos, segundo a polícia. Com as férias escolares, é comum encontrar passageiros sendo vítimas desse tipo de crime, principalmente aqueles que vêm de Miami e Nova York. A Infraero, empresa que administra os aeroportos brasileiros, anunciou a compra de 3.150 câmeras para intensificar a segurança nos 17 quilômetros quadrados do Aeroporto Internacional Tom Jobim, visando à Copa de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016.</p>
<p> </p>
<div id="list-related" class="widget">
<p class="title">Veja também</p>
<ul class="web">
<li class="video"><a href="http://oglobo.globo.com/videos/t/todos-os-videos/v/catalogo/1781941"><em>Veja vídeo</em><span class="img"><img src="http://img.video.globo.com/288x216/1781941.jpg" alt="" width="193" height="143" /></span>Veja o passo a passo de sua mala no aeroporto</a></li>
</ul>
</div>
<p style="text-align: justify;"> Embora se reflita no aumento do número de ações de indenização contra as companhias aéreas, o crescimento dos furtos de objetos das malas não aparece nas estatísticas da Polícia Civil — a chamada subnotificação. Os passageiros seguem a orientação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de reclamar diretamente nas empresas de aviação e acabam abrindo mão dos boletins de ocorrência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quarenta e seis furtos no primeiro semestre</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A pedido do GLOBO, a Delegacia do Aeroporto Internacional do Rio (Dairj) fez um levantamento que confirma o baixo número de casos registrados. De acordo com a delegacia, no primeiro trimestre do ano passado, houve 46 furtos desse tipo, contra 47 no mesmo período de 2010. Pelo Tom Jobim circularam 14,9 milhões de passageiros em 2011, 18% a mais que no ano anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Um relatório da mesma delegacia, em fase de conclusão, constatou a existência de dezenas de pontos cegos (sem a cobertura de câmeras) no trajeto feito pelas malas, do avião até as esteiras. A Infraero, porém, diz que já corrigiu o problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vítima recente desse tipo de crime foi o ator Guilherme Piva. Junto com oito passageiros, ele teve as malas arrombadas ao desembarcar do voo JJ 8079 da TAM, no último dia 5, vindo de Nova York. Os passageiros constataram o furto de relógios, iPads, PlayStations e outros aparelhos eletrônicos. Todos foram orientados pela companhia aérea e pela Anac a preencher um Relatório de Irregularidade de Bagagem no aeroporto e pesar as malas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Empresas não divulgam dados de furtos e violações</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para surpresa de alguns, a TAM, como as demais companhias aéreas, só faz o ressarcimento dos bens se, depois da pesagem da mala, for constatada uma diferença de peso superior a um quilo em relação ao registrado no aeroporto de origem. As empresas não divulgam os dados de furtos e violações de bagagem.</p>
<p style="text-align: justify;">— Isso é um absurdo. As quadrilhas já sabem dessa restrição de peso e acabam furtando objetos leves, totalizando menos de um quilo. Às vésperas de eventos internacionais, como a Copa e as Olimpíadas, isso comprova que o aeroporto não está preparado para eles — diz o ator.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao empacotar a bagagem e colocar cadeados resistentes nela, Piva imaginou que estivesse seguro contra os ladrões, mas se enganou. Foi uma longa espera na esteira e a surpresa: as duas malas estavam sem o plástico e com os cadeados arrombados:</p>
<p style="text-align: justify;">— O mesmo aconteceu com outros oito passageiros. Num caso, foi furtado o PlayStation que um senhor levava para o filho. Imagine a frustração da criança. Saímos do aeroporto sem ter um papel para comprovar a nossa situação, em completo abandono.</p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns casos, o passageiro só percebe o problema quando chega em casa. Há sites, inclusive, que ensinam a violar uma mala com uma caneta.</p>
<p style="text-align: justify;">A subnotificação dos furtos é percebida pela Anac. No ano passado, passageiros registraram na agência 4.936 problemas com bagagem (que incluem furto e extravio) em todo o país. Em 2010, foram 7.180.</p>
<p style="text-align: justify;">O superintendente do Aeroporto do Galeão, Abibe Ferreira Júnior, diz que alguns casos ocorrem por culpa de funcionários terceirizados contratados pelas companhias aéreas:</p>
<p style="text-align: justify;">— Nem todos os furtos em bagagem ocorrem no Galeão. Tenho registros de malas já remexidas nos aeroportos de origem. Não estou isentando o Galeão. Pode acontecer que um ou outro empregado, que é funcionário da terceirizada da empresa aérea, acabe mexendo na mala de alguém aqui.</p>
<p class="source"><a class="autor" href="http://www.flaviocitro.com.br/v1/wp-admin/#">Vera Araújo</a></p>
</div>
<p>Leia mais sobre esse assunto em <a style="color: #003399;" href="http://oglobo.globo.com/rio/apertem-as-fivelas-bagagem-pode-ser-arrombada-3787346#ixzz1ksY6NVwL">http://oglobo.globo.com/rio/apertem-as-fivelas-bagagem-pode-ser-arrombada-3787346#ixzz1ksY6NVwL</a><br />
© 1996 - 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.</p>
<div style="text-align: left; background-color: #ffffff; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;"><a href="http://oglobo.globo.com/rio/apertem-as-fivelas-bagagem-pode-ser-arrombada-3787346">http://oglobo.globo.com/rio/apertem-as-fivelas-bagagem-pode-ser-arrombada-3787346</a></div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/29/6635/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title></title>
		<link>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/29/6627/</link>
		<comments>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/29/6627/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 19:42:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>

		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.flaviocitro.com.br/v1/?p=6627</guid>
		<description><![CDATA[
Ar-condicionado não mantém temperatura, revela teste
Análise de 12 marcas de split mostra que produtos ficam frios ou quentes demais

 


RIO - O verão já se instalou, o calor vem aumentando e o ar-condicionado é quase uma necessidade. Cada vez mais populares, os aparelhos tipo split são mais silenciosos e não oferecem risco à segurança, mas todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: left; background-color: #ffffff; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;">
<h1 id="content">Ar-condicionado não mantém temperatura, revela teste</h1>
<div id="like" style="text-align: justify;">Análise de 12 marcas de split mostra que produtos ficam frios ou quentes demais</div>
<div id="metadata" style="text-align: justify;">
<div class="created"><a href="http://www.flaviocitro.com.br/v1/wp-admin/#"><em> </em></a></div>
</div>
<div id="article-body" style="text-align: justify;">
<p>RIO - O verão já se instalou, o calor vem aumentando e o ar-condicionado é quase uma necessidade. Cada vez mais populares, os aparelhos tipo split são mais silenciosos e não oferecem risco à segurança, mas todos os 12 modelos testados pela Pro Teste Associação de Defesa do Consumidor apresentaram o mesmo problema: eles não mantêm a temperatura estável depois de atingir o nível de resfriamento programado.</p>
<p>As marcas testadas foram: LG, Philco, Hitachi, Electrolux, Gree, Midea, Elgin, Brastemp, Carrier/Springer, Komeco, York e Consul. As cinco primeiras tiraram as notas mais altas. Os produtos foram avaliados por seu desempenho, segurança e ruído. No item desempenho, foi levado em conta o quanto os aparelhos realmente resfriam o ambiente, o tempo que eles levam para alcançar esse resfriamento, a estabilidade da temperatura e se o consumo de energia é eficiente.</p>
<p>— As marcas Consul, Komeko e York possuem capacidade de refrigeração 10% menor do que a nominal, de 12.000 BTUs. Ou seja, na verdade, são aparelhos de cerca de 11.000 BTUs. Mas, pela norma técnica, há uma tolerância de até 10% na variação, portanto, todos estão dentro da legalidade — afirma Eduardo Cação, engenheiro e pesquisador da Pro Teste.</p>
<p><strong>Consumidor não deve instalar os aparelhos sozinho</strong></p>
<p>Com relação à eficiência energética, foi verificado que o consumo mensal de um aparelho de ar-condicionado split pode ter um efeito enorme na conta de luz. Utilizando o aparelho seis horas por dia, durante 30 dias, o valor gasto em energia — tomando por base os que mais consomem e as tarifas do Rio de Janeiro — pode chegar a R$ 170.</p>
<p>Segundo Cação, os que consomem menos energia em funcionamento são o Philco e o Hitachi:</p>
<p>— Em stand by, os modelos da Carrier, Midea e Philco consomem mais do que o dobro dos outros aparelhos sob as mesmas condições, gerando um gasto desnecessário na conta de luz do consumidor. Nessa função, os aparelhos que gastam menos são LG, Electrolux, Consul e Brastemp.</p>
<p>O pesquisador observa ainda que, quanto ao preço, alguns modelos podem chegar a custar quase o dobro, dependendo do local onde se compra, portanto, vale a pena pesquisar, tanto nas lojas físicas quanto na internet:</p>
<p>— É importante verificar que, na hora da instalação, a parte interna, que fica à mostra no ambiente, é pequena, mas é preciso ter espaço para a unidade refrigeradora, que é grande. Se for necessário fazer obras para embutir canos, quebrar paredes, este custo deve ser levado em conta. E o consumidor não deve jamais instalar sozinho os aparelhos, pois pode vazar o gás de dentro do aparelho e é muito caro colocar novamente este gás.</p>
<p>Rafael Roecker, analista de Marketing da Komeko questiona a avaliação da Pro Teste, pois a entidade não revela qual o laboratório onde foram feitos os ensaios e nem quais as normas utilizadas. Sobre a eficiência energética, ele ressalta que foram realizados testes que não são exigidos para homologação do produto junto ao Programa Brasileiro de Etiquetagem (Procel).</p>
<p>— A estabilização do ambiente e o tempo para atingir a temperatura desejada dependem do ajuste da carga de fluido refrigerante, posição do produto no ambiente, modo de operação e carga térmica do ambiente. A Pro Teste não cita qual a carga térmica do ambiente na hora do teste. É um grande erro definir a capacidade térmica de um ambiente através apenas de sua área total, ou seja, a carga térmica de um ambiente de 12m2 feito de alvenaria não é o mesmo de um ambiente de madeira ou, até mesmo, de alvenaria com janelas sem proteção voltadas para o sol.</p>
<p>Roecker também observa que é necessário averiguar se todos os modelos testados possuem as mesmas classificações no consumo de energia, caso contrário o teste comparativo se torna inválido.</p>
<p>— E com relação ao percentual de desvio da capacidade térmica, que, segundo a Pro Teste, o produto da Komeco foi 10% menor do que a capacidade declarada, a própria entidade destaca a tolerância de 8% que o regulamento específico de condicionadores de ar determina, sendo que o regulamento não é uma norma, mas a entidade destaca como se fosse. O nosso produto encontra-se dentro do desnível permitido no regulamento específico.</p>
<p>Alexandre Faraco de Souza, gerente de Marketing e Serviços da Elgin, afirma que as conclusões das análises da Pro Teste só demonstram o comprometimento da empresa em oferecer produtos seguros, duráveis e eficientes aos seus clientes.</p>
<p><strong>Entidade afirma que produtos são perfeitamente comparáveis</strong></p>
<p>A Whirlpool Latin America, fabricante da Brastemp e Consul, afirma que seus produtos são fabricados sob rigorosos testes de qualidade e de acordo com as normas do Inmetro, inclusive, o produto Consul testado. Este modelo, porém, não é fabricado desde 2010. A Whirlpool ressalta que não teve acesso aos procedimentos utilizados nos testes e fatores relevantes como instalação e carga de gás podem afetar os resultados. A Consul diz que está disposta a acompanhar os testes da Pro Teste para entender a diferença encontrada, uma vez que, em seus laboratórios, o modelo teve rendimento superior ao divulgado.</p>
<p>A Midea Carrier, fruto de uma joint-venture, assinada em agosto de 2011, entre a Midea do Brasil e a Carrier Corp., esclarece que os modelos testados são de linhas não equivalentes aos modelos dos outros fabricantes. Os modelos Midea Carrier de linhas equivalentes são os modelos Hi Wall Springer UP! e Hi Wall Midea Elite, portanto, esses eram os modelos que deveriam ter sido usados nos testes para que a comparação fosse justa.</p>
<p>Sobre as críticas aos testes, Eduardo Cação afirma que os produtos testados são perfeitamente comparáveis:</p>
<p style="text-align: justify;">— Verificamos se os aparelhos realmente têm a capacidade de refrigeração que dizem ter. E não foi levada em conta a diferença de capacidade de refrigeração entre eles, e sim a diferença percentual da capacidade de refrigeração real e a capacidade de refrigeração informada pelo fabricante. Além disso, produtos com diferentes classificações de consumo de energia são perfeitamente comparáveis.</p>
</div>
<p class="source" style="text-align: justify;"><a class="autor" href="http://www.flaviocitro.com.br/v1/wp-admin/#">Nadja Sampaio</a></p>
<p style="text-align: justify;">Leia mais sobre esse assunto em <a style="color: #003399;" href="http://oglobo.globo.com/economia/ar-condicionado-nao-mantem-temperatura-revela-teste-3790113#ixzz1ksUIPiob">http://oglobo.globo.com/economia/ar-condicionado-nao-mantem-temperatura-revela-teste-3790113#ixzz1ksUIPiob</a><br />
© 1996 - 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.</p>
</div>
<div style="text-align: left; background-color: #ffffff; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;"><a href="http://oglobo.globo.com/economia/ar-condicionado-nao-mantem-temperatura-revela-teste-3790113">http://oglobo.globo.com/economia/ar-condicionado-nao-mantem-temperatura-revela-teste-3790113</a></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/29/6627/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title></title>
		<link>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/28/6621/</link>
		<comments>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/28/6621/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 03:40:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Juizados Especiais]]></category>

		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.flaviocitro.com.br/v1/?p=6621</guid>
		<description><![CDATA[Mutirão alcança 87 % de acordos no TJ do Rio
Nesta sexta-feira, dia 27, o Tribunal de Justiça do Rio, através do Centro de Conciliação dos Juizados Especiais Cíveis, realizou mais um mutirão com 203 processos das empresas, alcançando 87 % de acordos. A Embratel fechou 100% de acordos e foi seguida pela Oi Telemar com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 class="titulo">Mutirão alcança 87 % de acordos no TJ do Rio</h3>
<div class="subtitulo texto-cor" style="text-align: justify;"><a href="http://www.flaviocitro.com.br/v1/wp-content/uploads/2012/01/netpreprocessual.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6625" title="netpreprocessual" src="http://www.flaviocitro.com.br/v1/wp-content/uploads/2012/01/netpreprocessual-300x200.jpg" alt="netpreprocessual" width="300" height="200" /></a>Nesta sexta-feira, dia 27, o Tribunal de Justiça do Rio, através do Centro de Conciliação dos Juizados Especiais Cíveis, realizou mais um mutirão com 203 processos das empresas, alcançando 87 % de acordos. A Embratel fechou 100% de acordos e foi seguida pela Oi Telemar com 91%, a Light, 65 %, e a Globex - Ponto Frio, 87 %.</div>
<div style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Simultaneamente, foi realizado o Projeto de Solução Alternativa de Conflitos – Conciliação Pré-Processual, que oferece opção aos consumidores que desejam buscar uma solução não judicial para seus problemas com os fornecedores. </p>
<p style="text-align: justify;">“O acordo homologado na conciliação pré-processual, que tem fundamento legal no artigo 585, II, c/c art. 733 do Código de Processo Civil, vale como título executivo extrajudicial, tem força vinculante”, explica o coordenador do Centro de Conciliação dos Juizados Especiais Cíveis, juiz Flávio Citro Vieira de Mello.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das conciliações pré-processuais aconteceu entre a Net e a consumidora Anna Cristina Araújo. A empresa cobrou vários meses por canais e por diversos serviços adicionais que Anna nunca requisitou, mas pelos quais acabou pagando para não ter seu nome negativado. Após realizar vários contatos com a Net explicando a situação, acabou procurando a Justiça para conciliar com a empresa. A Net, por sua vez, contatou a consumidora e propôs um acordo, com ressarcimento em dobro do valor pago a mais por ela (R$578,88), alem de 60 dias gratuitos da seleção Total Cinema. A proposta foi aceita por Anna e a homologação do acordo aconteceu nesta sexta-feira, dia 27.</p>
<p style="text-align: justify;">O advogado da Net, Rodrigo Casaes, explicou que desde o ano passado a empresa vem buscando medidas para se aproximar de seus consumidores e sanar eventuais conflitos de forma mais rápida e eficaz: “A conciliação pré-processual permite uma celeridade ainda maior do que ocorre nos Juizados Especiais, pois possibilita que se ultrapassem fases exigidas pelo processo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Os e-mails para que os consumidores solicitem sua conciliação pré-processual com os fornecedores são os seguintes:</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="mailto:conciliarvivo@tjrj.jus.br" href="mailto:conciliarvivo@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliarvivo@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliarvivo@tjrj.jus.br">conciliarvivo@tjrj.jus.br</span></span></a>       (Vivo);</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="mailto:conciliarclaro@tjrj.jus.br" href="mailto:conciliarclaro@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliarclaro@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliarclaro@tjrj.jus.br">conciliarclaro@tjrj.jus.br</span></span></a>     (Claro);</p>
<p style="text-align: justify;"> <a title="mailto:conciliartim@tjrj.jus.br" href="mailto:conciliartim@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliartim@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliartim@tjrj.jus.br">conciliartim@tjrj.jus.br</span></span></a>      (Tim); </p>
<p style="text-align: justify;"><a title="mailto:conciliarceg@tjrj.jus.br" href="mailto:conciliarceg@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliarceg@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliarceg@tjrj.jus.br">conciliarceg@tjrj.jus.br</span></span></a>      (Ceg);</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="mailto:conciliaritau@tjrj.jus.br" href="mailto:conciliaritau@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliaritau@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliaritau@tjrj.jus.br">conciliaritau@tjrj.jus.br</span></span></a>      (Itau)</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="mailto:conciliarlight@tjrj.jus.br" href="mailto:conciliarlight@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliarlight@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliarlight@tjrj.jus.br">conciliarlight@tjrj.jus.br</span></span></a>     (Light)</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="mailto:conciliaroi@tjrj.jus.br" href="mailto:conciliaroi@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliaroi@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliaroi@tjrj.jus.br">conciliaroi@tjrj.jus.br</span></span></a>         (Oi)</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="mailto:conciliarbancodobrasil@tjrj.jus.br" href="mailto:conciliarbancodobrasil@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliarbancodobrasil@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliarbancodobrasil@tjrj.jus.br">conciliarbancodobrasil@tjrj.jus.br</span></span></a> (Banco do Brasil)</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><a title="mailto:conciliarnet@tjrj.jus.br" href="mailto:conciliarnet@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliarnet@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliarnet@tjrj.jus.br">conciliarnet@tjrj.jus.br</span></span></a>    (Net)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><a title="mailto:conciliarcasasbahiapontofrioglobex@tjrj.jus.br" href="mailto:conciliarcasasbahiapontofrioglobex@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliarcasasbahiapontofrioglobex@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliarcasasbahiapontofrioglobex@tjrj.jus.br">conciliarcasasbahiapontofrioglobex@tjrj.jus.br</span></span></a>  (Casas Bahia)</span></p>
<p style="text-align: justify;">Se o consumidor quiser conciliar com um fornecedor não identificado acima pode enviar e-mail para <a title="mailto:conciliarelegal@tjrj.jus.br" href="mailto:conciliarelegal@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliarelegal@tjrj.jus.br"><span title="mailto:conciliarelegal@tjrj.jus.br">conciliarelegal@tjrj.jus.br</span></span></a>  ou <a title="mailto:centroconciliação@tjrj.jus.br" href="mailto:centroconcilia%C3%A7%C3%A3o@tjrj.jus.br"><span title="mailto:centroconciliação@tjrj.jus.br"><span title="mailto:centroconciliação@tjrj.jus.br">centroconciliação@tjrj.jus.br</span></span></a>  .</p>
<div class="subtitulo texto-cor">Notícia publicada em 27/01/2012 19:15</div>
<div>
<div class="imagens-noticia"><a href="http://portaltj.tjrj.jus.br/web/guest/home/-/noticias/visualizar/56005">http://portaltj.tjrj.jus.br/web/guest/home/-/noticias/visualizar/56005</a></div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/28/6621/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>HDTV causa problemas para clientes de TV por assinatura.</title>
		<link>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/22/hdtv-causa-problemas-para-clientes-de-tv-por-assinatura/</link>
		<comments>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/22/hdtv-causa-problemas-para-clientes-de-tv-por-assinatura/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 00:17:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>

		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.flaviocitro.com.br/v1/?p=6616</guid>
		<description><![CDATA[HDTV causa problemas para clientes de TV por assinatura.
Na oferta da HDTV, clientes reclamam da retirada de canais e preço maior.




Emílio Catramby reclama que ficará sem os canais Bloomberg e BBC caso não aceite pagar pela tecnologia HDTVDOMINGOS PEIXOTO / O GLOBO




RIO - Receber o que foi combinado com o vendedor é o maior desafio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>HDTV causa problemas para clientes de TV por assinatura.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Na oferta da HDTV, clientes reclamam da retirada de canais e preço maior.</h2>
<div id="article-body" style="text-align: justify;">
<div class="multimedia photo">
<div class="figure"><img src="http://oglobo.globo.com/in/3731600-f26-2c4/FT500A/2012011971574.jpg" alt=" Emílio Catramby reclama que ficará sem os canais Bloomberg e BBC caso não aceite pagar pela tecnologia HDTV Foto: Domingos Peixoto / O Globo" width="500" height="375" /></p>
<div class="figcaption">
<p>Emílio Catramby reclama que ficará sem os canais Bloomberg e BBC caso não aceite pagar pela tecnologia HDTVDOMINGOS PEIXOTO / O GLOBO</p></div>
</div>
</div>
</div>
<div id="article-body" style="text-align: justify;">
<p>RIO - Receber o que foi combinado com o vendedor é o maior desafio para os clientes das empresas de TV por assinatura. A maioria das reclamações do setor afirma que os serviços prometidos não são entregues e o valor da fatura nunca corresponde ao acertado. E, agora, com a entrada da tecnologia HDTV, além desses problemas, os clientes da Sky estão perdendo canais, como Bloomberg, Golf Channel e BBC, e os da Net ficam esperando, em vão, o técnico para fazer a instalação. Problemas como esses já ocorriam antes mesmo de as empresas oferecerem a tecnologia digital.</p>
<p>Emílio Henrique Catramby, cliente da Sky, reclama que a empresa passou a cobrar pelos canais Band News e Bandsports, que já faziam parte do seu pacote, e que vai retirar da grade os canais noticiosos Bloomberg e BBC, sem substituí-los por outros:</p>
<p>— Há algum tempo já haviam tirado a CNN e o canal espanhol. Quando reclamei por chat, ficou claro que existe uma manobra para adesão à assinatura HDTV, muito mais cara. Tanto os canais que vão desaparecer como os que passaram a ser cobrados estarão disponíveis na HDTV. E no site da Sky esses canais constam como integrantes, sem restrições, de meu pacote, combo Sky Digital filmes 2009.</p>
<p>Canais só poderão ser vistos em equipamentos com HDTV.</p>
<p>A Sky esclarece que os canais BBC (99), Bloomberg (97) e Golf Channel (26) deixarão de fazer parte da grade de programação de clientes SD (Standard Definition), a partir de 26 de janeiro. A empresa argumenta que não está condicionando a recepção do sinal de tais canais ao pacote contratado, pois, independentemente do pacote, os canais só poderão, por razões técnicas, ser visualizados nos decodificadores HD. A Sky explica ainda que a cláusula 3.4 do contrato prevê que, caso o cliente não concorde com a alteração, poderá rescindi-lo sem qualquer penalidade. E a Anatel prevê a comunicação da mudança com 30 dias de antecedência, o que foi feito. Já os canais Band News e Bandsports $incluídos na assinatura do cliente na ocasião do reajuste anual. O valor da fatura aumentaria em razão do reajuste, independentemente da inclusão dos canais.</p>
<p>Aristides de Paula Santos recebeu um telefonema da Net em setembro do ano passado com a oferta de mudar seu plano digital para o combo HDTV + Net Vírtua 10Mb + Netfone. O pacote custaria menos e teria mais vantagens. Ele aceitou, mas até hoje espera a instalação:</p>
<p>— Marcaram sete visitas e cancelaram porque o aparelho do HDTV estava em falta. Eu pago R$ 313,57 pela Net e pelo Vírtua. Se a empresa tivesse cumprido o que me ofereceu, estaria pagando R$ 209,90.</p>
<p>Lavínia Blanco Becker também recebeu uma ligação da Net que lhe oferecia, sem qualquer custo, uma unidade do aparelho da Net HDTV, mas na fatura o valor aumentou:</p>
<p>— Perguntei mil vezes se a atendente tinha certeza de que não pagaria um centavo a mais. Ela foi firme e disse que não. Trocaram o decodificador, mas a fatura veio com o valor de R$ 173, quando era R$ 159.</p>
<p>A Net esclarece que investe constantemente na capacitação de sua equipe de vendas, promovendo treinamentos com o objetivo de entregar ao cliente a melhor e mais eficaz solução em banda larga, TV por assinatura e telefonia fixa. Todo o processo de comercialização e manutenção de serviços (pré-venda, venda e pós-venda) é monitorado, de modo a minimizar quaisquer mal-entendidos.</p>
<p>Lei do SAC determina que empresa entregue a gravação da ligação.</p>
<p>Selma do Amaral, diretora de atendimento do Procon/SP, lembra que na troca para a tecnologia digital esses problemas já tinham acontecido. Ela observa que a resolução 488/2007 da Anatel determina que a empresa de assinatura não é responsável pelo conteúdo da programação, mas se retirarem um canal devem colocar outro do mesmo tipo. Há também a obrigação de avisar com um mês de antecedência. E ressalta que o cliente tem direito de conhecer previamente a programação, assim como de receber o contrato.</p>
<p>— A Lei do SAC obriga que a empresa entregue a gravação da ligação ao cliente, pois o ônus da prova é da empresa — diz Selma.</p>
<p>Veridiana Alimonti, advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), orienta o consumidor a pedir a gravação assim que o negócio for acertado, mesmo antes de dar problema, que guarde os folders e propagandas e imprima o que for ofertado no site:</p>
<p>— Além disso, é importante o consumidor pedir o contrato, e, caso esteja no site, imprimi-lo. O artigo 46 do Código de Defesa do Consumidor diz que os consumidores não são obrigados a cumprir os contratos se não lhes for dada a oportunidade de ter conhecimento prévio do seu conteúdo. E o artigo 49 garante o período de sete dias de desistência, caso a contratação seja feita por telefone. É fundamental que o consumidor lesado reclame com a empresa e com a Anatel, pois essas queixas vão impactar o índice de qualidade da agência.</p></div>
<p style="text-align: justify;">22/01/2012</p>
<p style="text-align: justify;"><a class="autor" href="http://oglobo.globo.com/economia/hdtv-causa-problemas-para-clientes-de-tv-por-assinatura-3731601#">NADJA SAMPAIO</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/22/hdtv-causa-problemas-para-clientes-de-tv-por-assinatura/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Negativa de Fornecimento de Cartão de Crédito Sem Justificativa Plausível. Afronta À LEI ESTADUAL Nº 2.868, DE 18 DE DEZEMBRO DE 1997.  Ação Sumária de Obrigação de Fazer Cumulada com Reparação Por Danos Morais e Tutela Antecipada. Relação de Consumo.</title>
		<link>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/18/negativa-de-fornecimento-de-cartao-de-credito-sem-justificativa-plausivel-afronta-a-lei-estadual-n%c2%ba-2868-de-18-de-dezembro-de-1997-acao-sumaria-de-obrigacao-de-fazer-cumulada-com-reparacao/</link>
		<comments>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/18/negativa-de-fornecimento-de-cartao-de-credito-sem-justificativa-plausivel-afronta-a-lei-estadual-n%c2%ba-2868-de-18-de-dezembro-de-1997-acao-sumaria-de-obrigacao-de-fazer-cumulada-com-reparacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 14:50:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[concessão de crédito]]></category>

		<category><![CDATA[recusa de concessão de crédito]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.flaviocitro.com.br/v1/?p=6614</guid>
		<description><![CDATA[PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO SUMÁRIA DE OBRIGAÇÃO DE FAZER CUMULADEA COM REPARAÇÃO POR DANOS MORAIS E TUTELA ANTECIPADA. RELAÇÃO DE CONSUMO. NEGATIVA DE FORNECIMENTO DE CARTÃO DE CRÉDITO SEM JUSTIFICATIVA PLAUSÍVEL. AFRONTA ÀS NORMAS CONSUMERISTAS E ÀS DISPOSIÇÕES DA LEI ESTADUAL Nº 2.868, DE 18 DE DEZEMBRO DE 1997. DAMNUM IN RE IPSA. VALOR INDENIZATÓRIO ATRELADO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-outline-level: 3;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: #444444; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO SUMÁRIA DE OBRIGAÇÃO DE FAZER CUMULADEA COM REPARAÇÃO POR DANOS MORAIS E TUTELA ANTECIPADA. RELAÇÃO DE CONSUMO. NEGATIVA DE FORNECIMENTO DE CARTÃO DE CRÉDITO SEM JUSTIFICATIVA PLAUSÍVEL. AFRONTA ÀS NORMAS CONSUMERISTAS E ÀS DISPOSIÇÕES DA LEI ESTADUAL Nº <a title="Lei 2868/97 RJ" href="javascript:void(0);"><span style="color: #3e5b16; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">2.868</span></a>, DE 18 DE DEZEMBRO DE 1997. DAMNUM IN RE IPSA. VALOR INDENIZATÓRIO ATRELADO AOS PRINCÍPIOS DA PROPORCIONALIDADE E DA RAZOABILIDADE. RECURSO ACOLHIDO NOS TERMOS DO ARTIGO <a title="Artigo 557 do Código Processo Civil - Lei 5869/73" href="javascript:void(0);"><span style="color: #3e5b16; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">557</span></a>, <a title="Parágrafo 1A do Artigo 557 do Código Processo Civil - Lei 5869/73" href="javascript:void(0);"><span style="color: #3e5b16; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">§ 1º-A</span></a>, DO <a title="Código Processo Civil - Lei 5869/73" href="javascript:void(0);"><span style="color: #3e5b16; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL</span></a>, DE FORMA PARCIAL, DANDO-SE CIÊNCIA AO PROCON.I - O art.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: #444444; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">1º da Lei nº <a title="Lei 2868/97 RJ" href="javascript:void(0);"><span style="color: #3e5b16; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">2868</span></a>, de 18 de dezembro de 1997, e que &#8220;obriga as empresas que promovem vendas a crédito a fornecer por escrito, as razões do indeferimento dos pedidos de financiamento, bem como recibo pela cobrança de taxas de levantamentos efetuados&#8221;, com a redação dada pela Lei nº <a title="Lei 3887/02 RJ" href="javascript:void(0);"><span style="color: #3e5b16; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">3.887</span></a>/2002, dispõe a obrigação de &#8220;as empresas comerciais, industriais e as prestadoras de serviço, inclusive as de natureza bancária, financeira e de crédito, sediadas no âmbito do Estado do Rio de Janeiro e que promovem vendas a crédito, serviços a crédito ou serviços de crédito&#8221;, &#8220;fornecer as razões das negativas ou indeferimentos de financiamentos, por escrito, em documento hábil, emitido em papel timbrado da empresa&#8221;. O seu parágrafo único preceitua que &#8220;em caso de descumprimento das determinações contidas nesta Lei, acarretará aos responsáveis da empresa infratora as penalidades do <a title="Código de Defesa do Consumidor - Lei 8078/90" href="javascript:void(0);"><span style="color: #3e5b16; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Código de Defesa do Consumidor</span></a> - <a title="Código de Defesa do Consumidor - Lei 8078/90" href="javascript:void(0);"><span style="color: #3e5b16; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">CDC</span></a>&#8220;, ao tempo em que seu art. <a title="Artigo 3 do Código de Defesa do Consumidor - Lei 8078/90" href="javascript:void(0);"><span style="color: #3e5b16; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">3º</span></a> estatui que &#8220;o infrator da presente Lei estará sujeito a multa de 300 (trezentos) UFIR&#8217;S por infração, revertido para o PROCON&#8221;;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: #444444; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">II - Os bancos e demais instituições de créditos são prestadores de serviço e o art. <a title="Artigo 170 do Constituição da Republica Federativa do Brasil 1988" href="javascript:void(0);"><span style="color: #3e5b16; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">170</span></a> da <a title="Constituição da Republica Federativa do Brasil 1988" href="javascript:void(0);"><span style="color: #3e5b16; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Constituição Federal</span></a>, esquecido em algum momento até por nós, do Judiciário, de redação indiscutivelmente capitalista em razão do sistema que o Estado brasileiro adotou, consagra em seu inciso V que &#8220;a ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados os seguintes princípios: (.) defesa do consumidor&#8221; e a recusa do crédito, sem dar ao consumidor as razões da negativa constitui abuso do direito nos termos do <a title="Código Civil - Lei 10406/02" href="javascript:void(0);"><span style="color: #3e5b16; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Código Civil</span></a> e prática abusiva que encontra repulsa na relação consumerista;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: #444444; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">III - Que conceito o Apelante passou a ter diante dos prepostos da Apelada? Que desculpa daria aos seus familiares e amigos, àqueles de seu círculo de relacionamento, diante da recusa por parte da administradora do cartão? Teria ele emitido cheques sem fundos, dado &#8220;calote&#8221;? Seria o Apelante um mau pagador, um &#8220;trambiqueiro&#8221;? Qual seria, de agora em diante, o seu conceito na comunidade em que vive? Impõe-se, em ato de justiça, &#8220;que não se deixe o&#8221; consumidor &#8220;sozinho com a sua dor, ou o&#8221; considerado culpado pela negativa do fornecimento do cartão, &#8220;sozinho com a sua vergonha&#8221;, relembrando-nos de CALAMANDREI quando trata do exercício da advocacia, conceitos aqui aplicáveis, mutatis mutandis;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: #444444; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">IV - As inquietantes interrogações exigem a condenação pelo dano moral - &#8220;Seria escandaloso que alguém causasse mal a outrem e não sofresse nenhum tipo de sanção; não pagasse pelo dano inferido&#8221;;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: #444444; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">V - O valor indenizatório deve atender aos princípios da proporcionalidade e da razoabilidade;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: #444444; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">VI - Recurso ao qual se dá provimento com espeque no artigo <a title="Artigo 557 do Código Processo Civil - Lei 5869/73" href="javascript:void(0);"><span style="color: #3e5b16; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">557</span></a>,<a title="Parágrafo 1A do Artigo 557 do Código Processo Civil - Lei 5869/73" href="javascript:void(0);"><span style="color: #3e5b16; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">§ 1º - A</span></a>, do <a title="Código Processo Civil - Lei 5869/73" href="javascript:void(0);"><span style="color: #3e5b16; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Código de Processo Civil</span></a>, oficiando-se ao PROCON para os fins do art. <a title="Artigo 3 da Lei 2868/97 RJ" href="javascript:void(0);"><span style="color: #3e5b16; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">3º</span></a> da Lei nº <a title="Lei 2868/97 RJ" href="javascript:void(0);"><span style="color: #3e5b16; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">2868</span></a>, de 18 de dezembro de 1997.TJRJ - APELACAO: APL 206533920088190066 RJ 0020653-39.2008.8.19.0066</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: #444444; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><a title="Inteiro teor" href="http://www.jusbrasil.com.br/filedown/dev2/files/JUS2/TJRJ/IT/APL_206533920088190066_RJ_1259852362777.pdf"><span style="color: #3e5b16; text-decoration: none; mso-bidi-font-size: 11.0pt; text-underline: none;">Inteiro teor</span></a>  (pdf) </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: #444444; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-size: small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 7.5pt; background: white;"><strong><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: #444444; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/90592/lei-2868-97-rio-de-janeiro-rj"><span style="color: #3e5b16; text-decoration: none; text-underline: none;"><span style="font-size: small;">LEI Nº 2868, DE 18 DE DEZEMBRO DE 1997. (RJ)</span></span></a></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: #990000; font-size: 9pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">OBRIGA AS EMPRESAS QUE PROMOVEM VENDAS A CRÉDITO A FORNECER POR ESCRITO, AS RAZÕES DO INDEFERIMENTO DOS PEDIDOS DE FINANCIAMENTO, BEM COMO RECIBO PELA COBRANÇAS DE TAXAS DE LEVANTAMENTOS EFETUADOS.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><a title="Inteiro teor da jurisprudência" href="http://www.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/5728430/apelacao-apl-206533920088190066-rj-0020653-3920088190066-tjrj/inteiro-teor"><span style="color: #3e5b16; text-decoration: none; mso-bidi-font-size: 11.0pt; text-underline: none;">Inteiro teor</span></a>  (html) </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Dados Gerais</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Processo:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">APL 206533920088190066 RJ 0020653-39.2008.8.19.0066</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Relator(a):</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">DES. ADEMIR PIMENTEL</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Julgamento:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">30/10/2009 </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Órgão Julgador:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">DECIMA TERCEIRA CAMARA CIVEL</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Parte(s):</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Apdo : FAI FINANCEIRA AMERICANAS ITAU S A CREDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO<br />
Apte : GILMAR DA CUNHA E SILVA</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/18/negativa-de-fornecimento-de-cartao-de-credito-sem-justificativa-plausivel-afronta-a-lei-estadual-n%c2%ba-2868-de-18-de-dezembro-de-1997-acao-sumaria-de-obrigacao-de-fazer-cumulada-com-reparacao/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title></title>
		<link>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/18/6610/</link>
		<comments>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/18/6610/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 13:39:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Jurisprudência]]></category>

		<category><![CDATA[penhora on line]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.flaviocitro.com.br/v1/?p=6610</guid>
		<description><![CDATA[
Decisões do STJ asseguram a eficácia do sistema de penhora on line
 
O  modelo de penhora on line nasceu em 2001 a partir de um convênio entre o Banco Central com o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Conselho da Justiça Federal (CJF) e logo se estendeu a outros órgãos do Poder Judiciário. Seu principal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-bottom: 10px;">
<p style="text-align: justify;"><span class="titulo_texto">Decisões do STJ asseguram a eficácia do sistema de penhora on line</span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<div class="conteudo_texto" style="text-align: justify;">O  modelo de penhora <em>on line</em> nasceu em 2001 a partir de um convênio entre o Banco Central com o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Conselho da Justiça Federal (CJF) e logo se estendeu a outros órgãos do Poder Judiciário. Seu principal objetivo foi permitir a execução mais rápida das sentenças condenatórias e fazer com que o credor tivesse uma certeza maior da satisfação da dívida.</div>
<p style="text-align: justify;">Em 2011, foram mais de 2,5 milhões de pedidos de penhora <em>on line</em> expedidos pela Justiça Estadual e mais de 300 mil pela Justiça Federal. Graças à implantação de um sistema eletrônico eficaz, o antigo modelo, no qual a penhora era feita via ofício em papel, ficou para trás. Isso não impediu, contudo, questionamentos quanto à sua aplicação. Muitos deles foram resolvidos pelo Judiciário ao longo de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">Em março do ano passado, o STJ decidiu que o valor depositado em conta conjunta pode ser penhorado em garantia de execução, ainda que somente um dos correntistas seja o responsável pelo pagamento da dívida. Os ministros da Segunda Turma entenderam que se o valor pertence somente a um dos correntistas, não deve estar nesse tipo de conta, pois nela o dinheiro perde o caráter de exclusividade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dinheiro prevalece sobre outros bens<br />
</strong><br />
Em outra decisão, os ministros da Primeira Turma entenderam que o ônus de comprovar a indispensabilidade dos valores depositados é do executado. Pelo Código de Processo Civil (CPC), a execução se processa no interesse do credor, que tem a prerrogativa de indicar bens à penhora. Na ordem preferencial, prevalece o dinheiro, depósito ou aplicações financeiras. De acordo com a Primeira Turma, compete ao executado comprovar que as quantias depositadas em conta corrente são impenhoráveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Legalmente, vencimento, subsídios, soldos, salários, remunerações, proventos e aposentadoria, entre outros, não são penhoráveis. O STJ fixou o entendimento de que penhora sobre capital de giro deve observar as disposições do artigo 655-A, parágrafo terceiro, do CPC. Isso porque, ao determinar a penhora em dinheiro da empresa, o magistrado deve atentar para certos requisitos, como a nomeação de administrador e o limite da quantia que permita à empresa continuar suas atividades.</p>
<p style="text-align: justify;">A ordem de preferência da penhora não tem caráter absoluto, segundo o STJ (Súmula 417/STJ). Mas, em regra, a sequência estabelecida na lei deve ser observada. Cabe ao executado, se for o caso, comprovar as circunstâncias que possam justificar situação de exceção, que modifique a ordem legal. Segundo o art. 630, do CPC, a execução deve se dar de forma menos gravosa ao devedor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sistema Bacen-Jud</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A penhora <em>on line</em> é efetivada pelo Sistema Bacen-Jud, no qual o juiz emite uma ordem eletrônica diretamente ao banco, por meio de um site de acesso restrito, e esse determina o bloqueio da conta. O STJ decidiu recentemente que essa forma não é exclusiva. A requisição de informações e a determinação de indisponibilidade de bens podem ser feitas pelo tradicional método de expedição de ofício.</p>
<p style="text-align: justify;">O artigo segundo da Resolução n 61/2008 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) dispõe que é obrigatório o cadastramento no sistema Bacen-Jud de todos os magistrados brasileiros cuja atividade compreenda a necessidade de consulta e bloqueio de recursos financeiros de parte em processo judicial. A penhora por esse sistema depende de requerimento expresso do credor, não podendo ser determinada <em>ex-officio</em> pelo magistrado. O credor é quem deve demonstrar, inclusive, os indícios de alteração da situação econômica do executado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Arresto on line</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Sistema Bacen-Jud pode ser usado para efetivar não apenas a penhora on line, como também o arresto on line. De acordo com os ministros, o juiz pode utilizar o sistema para realizar o arresto provisório previsto no art. 653 do CPC, bloqueando as contas do devedor não encontrado. É admissível a medida cautelar para bloqueio de dinheiro nos próprios autos de execução e o meio adequado para impugnar decisão que determina o bloqueio, segundo o STJ, é o agravo de instrumento.</p>
<p style="text-align: justify;">A Segunda Seção, em caso julgado também em 2011, decidiu que não é necessário que o credor comprove ter esgotado todas as vias extrajudiciais para localizar bens do executado, para só então requerer a penhora <em>on line</em>, por meio do sistema Bacen-Jud. Segundo os ministros, antes da entrada em vigor da Lei n. 11.382/06, a penhora eletrônica era medida excepcional e estava condicionada à comprovação de que o credor tivesse realizado todas as diligências para localizar bens livres e desembaraçados da titularidade do devedor. Com a edição da lei, a exigência deixou de existir.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outro processo, a Primeira Seção entendeu que a Fazenda pode recusar o oferecimento de bens à penhora nos casos legais, tais quais a desobediência da ordem de bens penhoráveis prevista no art. 11 da Lei 6.830/80 e a baixa liquidez desses. A conversão em renda do depósito em dinheiro efetuado para fins de garantia da execução fiscal somente é viável após o trânsito em julgado que reconheceu a legitimidade do pedido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pedidos de penhora reiterados<br />
</strong><br />
A Corte Especial do STJ discutiu, em processo julgado sob o rito dos recursos repetitivos, se mediante o requerimento do exequente para que fosse efetuada a penhora <em>on line</em>, o juiz estaria obrigado a determinar sua realização ou se era possível rejeitar o pedido. Os casos abarcavam situações em que a primeira diligência foi frustrada em razão da inexistência de contas, depósitos ou aplicações financeiras em nome do devedor e o credor formula um novo pedido.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo entendimento da Corte, os sucessivos pedidos devem ser motivados, para que a realização da penhora on line não se transforme em um direito potestativo do exequente, como se sua realização, por vezes ilimitadas, fosse obrigação do julgador, independentemente das circunstâncias que envolvem o pedido.</p>
<p style="text-align: justify;">A permissão de apresentação de requerimentos seguidos e não motivados representaria, segundo a Corte, a imposição de uma grande carga de atividades que demandaria tempo e disponibilidade do julgador, gerando risco de comprometimento da prestação jurisdicional. A exigência de motivação, para a Corte, não implica a obrigação de credor investigar as contas do devedor, o que não seria mesmo possível em razão do sigilo bancário.<br />
<strong><br />
Localização dos bens em nome do devedor</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos fatores de maior entrave para satisfação do credor é a dificuldade de localização de bens na esfera patrimonial do devedor, tendo em vista que é frequente a diversidade de aplicações e tipos de investimentos em nome do devedor. A iniciativa que veio a dar uma resposta mais rápida ao Judiciário no quesito penhora adveio do chamado Sistema Bacen-Jud e foi estruturada de forma a criar um site de acesso restristo entre os magistrados e o Banco Central.</p>
<p style="text-align: justify;">Por meio da primeira versão do Bacen-Jud, o juiz emitia a ordem eletrônica e o Banco Central fazia o encaminhamento automático das ordens ao sistema bancário e este respondia via correio ao Poder Judiciário. O Bacen-Jud 2.0 mudou o procedimento e permitiu a integração com o sistema das instituições financeiras, as quais desenvolveram também sistemas informatizados para eliminar a intervenção manual. O prazo de processamento das ordens passou a 48 horas.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo Bacen-Jud, houve a automatização de um cadastro de contas únicas, criado para evitar o bloqueio múltiplo. “A lenda mais excêntrica que houve à época de sua criação é que o Poder Judiciário firmou um convênio para que os juizes passassem a determinar o bloqueio de valores em conta corrente”, disse a ministra Nancy Andrighi, em palestra sobre o tema denominada “A gênese do sistema ‘penhora <em>on line’</em>. O trabalho não tinha esse objetivo, porque, desde a década de 80, os juizes já determinavam bloqueios por meio de ofício de papel.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ganha mas não leva</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O que fez o Bacen Jud, segundo a ministra Nancy Andrighi, foi racionalizar os atos de informação no processo para eliminar as incontáveis frustrações que os credores vivenciavam. O avanço da idéia do Bacen Jud ao denominado ‘penhora on line’ se traduziu no sucesso do método empregado. O Bacen Jud permitiu, na avaliação da ministra, maior rapidez às determinações do Poder Judiciário ao sistema financeiro, para evitar a frustração nos processos de execução, mudando o paradigma “ganha mas não leva”.</p>
<p>Para mais informações sobre o Bacen Jud, acessar: <a href="http://www.bcb.gov.br/?bcjud" target="_blank">http://www.bcb.gov.br/?bcjud</a></p>
<p> </p>
<div class="obj_texto_autor">Coordenadoria de Editoria e Imprensa do STJ</div>
<div class="obj_texto_autor"><a href="http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;tmp.texto=104441">http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;tmp.texto=104441</a></div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/18/6610/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Supervia é condenada a pagar indenização para passageiro</title>
		<link>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/18/supervia-e-condenada-a-pagar-indenizacao-para-passageiro/</link>
		<comments>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/18/supervia-e-condenada-a-pagar-indenizacao-para-passageiro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 13:23:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Acidente de consumo]]></category>

		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.flaviocitro.com.br/v1/?p=6608</guid>
		<description><![CDATA[A Supervia Concessionária de Transporte Ferroviário S/A terá que pagar uma indenização por danos morais, no valor de R$ 8 mil, para um passageiro que se feriu em uma de suas composições.

Josenilton Freire de Oliveira alegou que o maquinista partiu com o trem sem observar que ele estava preso na porta, que fora fechada no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="subtitulo texto-cor" style="text-align: justify;">A Supervia Concessionária de Transporte Ferroviário S/A terá que pagar uma indenização por danos morais, no valor de R$ 8 mil, para um passageiro que se feriu em uma de suas composições.</div>
<div style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Josenilton Freire de Oliveira alegou que o maquinista partiu com o trem sem observar que ele estava preso na porta, que fora fechada no momento em que entrava no vagão, fazendo com que sofresse graves lesões.</p>
<p style="text-align: justify;">“A dinâmica dos fatos restou comprovada pela prova testemunhal produzida, tendo as testemunhas relatado,em seus depoimentos, que o autor permaneceu por duas estações preso à porta do trem, o que lhe causou ferimentos na perna direita”, afirmou a juíza Luciana de Oliveira Leal Halbritter, da 6ª Vara Cível da Capital.</p>
<p style="text-align: justify;">Processo nº 0079169-24.2006.8.19.0001</p>
<p style="text-align: justify;">Notícia publicada em 17/01/2012</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://portaltj.tjrj.jus.br/web/guest/home/-/noticias/visualizar/55301">http://portaltj.tjrj.jus.br/web/guest/home/-/noticias/visualizar/55301</a></p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.flaviocitro.com.br/v1/index.php/2012/01/18/supervia-e-condenada-a-pagar-indenizacao-para-passageiro/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>

